Aplicativos de dieta e treino: opções para manter-se motivado

Para muita gente, falta motivação quando o objetivo é manter uma rotina saudável. Mas, nos últimos anos, quem procura exercitar-se, mudar alimentação ou monitorar treinos ganhou uma ajuda extra: a tecnologia.
São tantos os aplicativos que apresentam maneiras novas e menos monótonas de fazer dietas, exercícios e acompanhar resultados que é fácil ficar perdido. Por isso, para quem está buscando uma alternativa para se manter incentivado, apresentamos 5 aplicativos de dieta e treino que podem ser úteis. É importante ressaltar que para boa parte das pessoas o uso desses aplicativos, sem acompanhamento adequado, pode causar uma motivação pouco duradoura no médio e no longo prazo. Então fiquem atentos!

Aplicativos para incentivar dieta e treino

MyFitnessPal (gratuito – compras dentro do app)

O MyFitnessPal é uma boa opção para ajudar quem vive saindo da dieta. Ele funciona como um diário da sua alimentação, em que é possível listar tudo o que foi consumido durante o dia. Quando inclui um produto, ele sugere marcas para facilitar. Assim, você tem acesso a tabela nutricional do que comeu. Ao final do dia, é calculada a quantidade de nutrientes, calorias etc. ingeridos. Além dos alimentos, você também consegue registrar seus exercícios físicos.
O interessante é que, ao se registrar, você pode incluir suas informações e metas, como emagrecer, engordar ou manter-se com o mesmo peso. O app, então, monitora se você está em direção desse objetivo, seguindo no caminho desejado.

Nike Run Club e Nike Training Club (gratuito)

Um dos mais utilizados no mundo, o Run Club da Nike permite logar com sua conta do Facebook e comparar seus resultados de corrida com os amigos, competindo com eles para ver quem foi mais longe e mais rápido. O app funciona a partir do GPS do celular.
Já o Nike Training Club é para quem prefere um treino pré-montado. São dezenas de opções feitas por profissionais, que podem ainda ser adaptadas para a sua realidade, basta mudar o nível. Esse é um App mais indicado para pessoas que estão em busca de uma alta performance e já possuem certa experiência com  treinos.

Dieta e Sa̼de (gratuito Рcompras dentro do app)

O aplicativo Dieta e Saúde é um programa online de reeducação e emagrecimento. Você inclui seu peso, altura e metas e ele define o que você precisa comer e em quanto tempo para chegar onde deseja. O app também usa a dieta dos pontos, que atribui uma pontuação para cada prato ingerido. É possível saber quantos pontos você pode ingerir diariamente e incluir o que você for comendo para contabilizar.

Strava (gratuito – compras dentro do app)

Outra boa opção para quem gosta de corrida e de bike é o Strava. Ele mede o percurso, ritmo, calorias que queimou, ajuda a planejar trajetos e ainda mede sua pulsação. Ao longo do tempo, é possível acompanhar seu progresso. Também dá para se conectar com amigos, a exemplo do aplicativo da Nike, para marcar treinos e comparar sua performance com as deles.

Jefit (gratuito – compras dentro do app)

O Jefit guarda suas informações após cada treino: ficam à sua disposição dados como calorias perdidas, os tipos de atividades que faz e com qual frequência. Depois você consegue gerar relatórios detalhados para acompanhar seu desempenho. O app traz ainda mais de mil exercícios para você escolher.

 

Além de aplicativos voltados para exercícios aeróbicos, como corrida e bicicleta, e de musculação, outras modalidades podem ser encontradas na internet. Muitas vezes nem é preciso baixar o app: no YouTube, por exemplo, você encontra aulas de pilates, yoga e meditação, modalidades que não proporcionam tanto gasto de calorias, mas que são ótimas para melhorar a força, resistência, concentração, sono e relaxamento.
No entanto, sempre é bom lembrar. Embora contar com um aplicativo na ponta dos dedos, sem sair de casa nem gastar para isso, seja prático e convidativo, estamos falando de saúde. Por isso, É importante que antes de começar a se exercitar, procure um profissional qualificado. Assim, você evita lesões e outros problemas que podem dificultar o alcance dos seus objetivos.

Se você gostou do post, aproveite para conhecer a Moodar, que oferece programas personalizados com aplicativo e acompanhamento semanal realizado por mentores especializados em mudança comportamental para perda de peso. É só clicar em (410) 616-7514 para descobrir!

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A ansiedade é considerada 267-232-0070 e está intimamente ligada a uma série de outros problemas psicológicos e físicos. A ansiedade é, ao mesmo tempo, resposta e fonte geradora do estresse nas pessoas que sofrem com essa condição. Por sua vez o estresse, quando crônico, pode provocar desde problemas de memória e no sono, até ganho de peso corporal e doenças como hipertensão e diabetes.

A relação entre ansiedade e ganho de peso, porém, é bastante complexa, uma vez que ambas condições dependem de uma série de variáveis. E é isso que vamos tentar entender ao longo deste texto.

Ansiedade como causador do ganho de peso

Em primeiro lugar, devemos ressaltar um ponto importante e que pode parecer um pouco confuso: embora o ganho de peso possa ser uma das consequências de quem sofre com ansiedade, nem sempre a ansiedade será a causa do ganho de peso.

Para deixar essa diferença mais clara, vamos entender as principais causas para o aumento de peso que estão relacionadas diretamente com a ansiedade:

Hormônios

O principal motivo que faz com que algumas pessoas que sofrem com ansiedade terem dificuldades em gerenciar seu peso é o cortisol. Esse hormônio é produzido pelo organismo e liberado durante períodos de estresse.

Durante quadros de ansiedade, o corpo libera altas doses de cortisol e mantém sua produção, enquanto os níveis de estresse continuarem altos. Esse processo pode aumentar a vontade de comer alimentos de baixo valor nutritivo, aqueles muito ricos em açúcar e gordura. Isso ocorre porque esses alimentos hiper palatáveis (muito saborosos) enviam uma mensagem de bem-estar ao cérebro que, por sua vez, que ajudam a reverter o quadro de ansiedade e estresse, de forma momentânea apenas.

Alimentação Excessiva

Quando comemos, especialmente alimentos muito doces ou gordurosos, nosso organismo libera endorfinas, substâncias responsáveis por melhorar o humor e proporcionar uma sensação de bem-estar naquele momento.

Nesse sentido, pessoas que sofrem com quadros de ansiedade encontram na comida um jeito de combater o estresse e a tensão, muitas vezes sem se dar conta de quem estão comendo mais do que de costume.

Inatividade e sedentarismo

A ansiedade pode levar a uma série de transtornos que, entre outras coisas, afetam a saúde emocional e social de quem sofre com essa condição.

Dessa maneira, é comum que essas pessoas apresentem sintomas como sono e cansaço acima do normal, ou ainda uma maior vontade de ficar em casa. O problema é que esses sinais podem levar à inatividade física, fazendo com que o corpo gaste menos energia (calorias) do que de costume, levando ao excesso de peso.

Ganho de peso como causador da ansiedade

Outra raẓo pela qual a ansiedade e o ganho de peso t̻m uma rela̤̣o complexa ̩ porque o ganho de peso Рou melhor, as raz̵es pelas quais as pessoas ganham peso Рtamb̩m podem causar ansiedade.

Se por um lado, a ansiedade colabora para que o indivíduo se torne menos ativo, a inatividade é um dos principais fatores que levam a quadros de ansiedade. De fato, (937) 944-0457.

Além disso, é preciso ressaltar o fator social no desenvolvimento da ansiedade. Algumas pessoas também ficam mais ansiosas quando ganham peso porque veem afetada sua autoestima. Os padrões de beleza impostos por uma sociedade em que estar acima do peso é indesejável e inaceitável são protagonistas nessa insatisfação com o corpo, muito comum atualmente.

Qual a solução então?

Pratique exercícios

Ao praticarmos atividades físicas, nosso corpo eleva a produção de uma substância chamada serotonina, responsável por aumentar a sensação de prazer, além de ser um importante regulador do sono e do humor.

Além disso, durante os exercícios ficamos mais concentrados, aproveitando o tempo para trabalhar a mente, em uma espécie de meditação ativa – e isso é muito bom para diminuir os sintomas de ansiedade.

Cuide da sua alimentação

Algumas recomendações:

  • Diminua  o consumo de açúcar e os alimentos industrializados
  • Coma alimentos ricos em zinco, como grãos integrais, ostras, couve, brócolis, legumes e nozes
  • comer alimentos ricos em magnésio: peixe, abacate, folhas verdes escuras
  • coma alimentos ricos em vitamina B: carne, abacate, aspargos e verduras
  • comer alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3, por exemplo, salmão, sardinha, arenque,, atum, nozes e sementes de linhaça e chia
  • coma alimentos ricos em probióticos, como, iogurte, kefir  e outros alimentos fermentados
  • Se hidratar adequadamente (tomar ao menos de seis a oito copos de água por dia)

Além disso:

  • reduzir a cafeína (café, chá verde/preto, refrigerantes), o consumo de álcool e cigarros.

Entenda o porquê

Evitar alimentos processados ​​e alimentos ricos em açúcar significa que o corpo experimenta menos altos e baixos de açúcar no sangue, o que ajuda a reduzir ainda mais os sintomas de ansiedade.

Embora a nicotina não cause ansiedade, a abstinência da nicotina pode imitar a ansiedade, e as pessoas com ansiedade podem fumar para se acalmarem. Pode se tornar um comportamento problemático, pois a nicotina também pode elevar a pressão arterial e a frequência cardíaca, que também são sintomas de ansiedade. As pessoas que sentem ansiedade podem se apoiar no álcool para acalmar seus nervos, mas beber em excesso pode levar a um conjunto de problemas emocionais e físicos.

Trabalhar em direção a uma dieta bem balanceada, com frutas, vegetais, carnes magras e gorduras saudáveis, é uma boa recomendação para aqueles que lutam contra a ansiedade. Assim como evitar os excessos que levam aos sintomas de ansiedade.

Durma bem

Dormir bem é outra ação de extrema importância para diminuir a ansiedade. E tanto a prática de exercícios físicos como uma alimentação equilibrada colaboram para um sono de qualidade.

Evite estímulos e preocupações antes de se deitar. Busque não utilizar o computador ou o celular, apague as luzes e encare esse momento como a hora de desacelerar e se preparar para o seu descanso merecido.

Em resumo, boa alimentação, sono de qualidade e prática regular de atividade física são essenciais para lidar com a ansiedade e o excesso de peso.

Claro, é importante, em alguns casos, buscar a ajuda de psicólogos ou psiquiatras para alguns casos de ansiedade, para receber a orientação adequada desses profissionais. Sempre procure ajuda, não deixe que ansiedade controle a sua vida e que gere mais problemas para sua saúde.

Muita ansiedade e estresse estão afastando você do seu objetivo de melhorar seus hábitos? Estamos preparados para te dar o suporte necessário para lidar com esses obstáculos no seu processo de mudança de hábitos.

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A cada ano, cresce o número de adeptos ao vegetarianismo em todo mundo. Para se ter uma ideia, 2625258989, cerca de 22 milhões de pessoas. E os motivos que levam essas pessoas a adotar uma dieta isenta de proteínas de origem animal são os mais diversos, e talvez um dos argumentos mais usados seja a busca por uma alimentação mais saudável.

Mas será que o vegetarianismo é melhor para a saúde?

Existe um grande debate sobre o assunto e os reflexos desse tipo de dieta no organismo, seja a curto ou a longo prazo. Em uma rápida pesquisa na internet e já é possível perceber que se trata de um tema polarizado, com referências e dados que apoiam ambos os lados.

Sendo assim, é de extrema importância entender os impactos e os cuidados que devem ser tomados ao escolher o vegetarianismo, munindo-se de informações seguras para uma escolha consciente e acertada.

Vegetarianismo: não comer carne faz mal?

Carne é uma fonte de  proteína – seja de frutos do mar, frango ou carne vermelha. As proteínas são macronutrientes fundamentais para o funcionamento do nosso organismo, sendo responsáveis entre outras coisas, pela recuperação do corpo após algum esforço físico, pela sensação de saciedade após uma refeição e pelo crescimento e reparação dos nossos músculos.

Nesse contexto, a falta de proteína pode causar problemas sérios para o corpo humano. Além da consequências aos músculos, a escassez desse nutriente no organismo pode enfraquecer o sistema imunológico, uma vez que é o combustível essencial para a defesa do nosso corpo.

Mas é preciso comer carne para conseguir todas as proteínas que o corpo precisa?

Não. Apesar de ser essencial ao organismo, quem deseja aderir ao vegetarianismo pode buscar alternativas de origem vegetal como fontes de proteínas. Alimentos como lentilha, grão-de-bico, ervilha, feijão, soja, cogumelos, brotos, sementes e folhas escuras são excelentes opções para manter o consumo de proteína e vitaminas dentro do ideal.

O que vale destacar, porém, é que a carne nunca deve ser substituída por um único alimento apenas. O que trará o equilíbrio para a dieta vegetariana é a variedade e a combinação de diferentes ingredientes. Sendo assim, ao fazer a transição de um tipo de dieta para o outro, é importante ficar atento às reações do seu corpo e, sempre que possível, contar com o acompanhamento nutricional e médico.

Uma dieta vegetariana emagrece?

Um erro muito comum por quem adere ao vegetarianismo é associar esse tipo de dieta ao emagrecimento. E isso não é necessariamente verdade.

Apesar do maior consumo de alimentos considerados saudáveis, o vegetariano continua suscetível a produtos de baixo valor nutricional, com altos índices de açúcar, sódio e gordura, como alimentos industrializados ultraprocessados, doces e frituras, por exemplo.

Os vegetarianos correm maior risco de deficiência de ferro, cálcio e vitamina B12, compostos difíceis de serem encontrados em produtos de origem vegetal, o que pode levar a cenários de anemia e fadiga corporal.

Como podemos observar, o vegetarianismo não é sinônimo de uma alimentação saudável, assim como uma alimentação baseada em proteína animal também não o é. Em ambos os casos, é preciso manter uma série de cuidados.

Se um vegetariano precisa atentar principalmente aos níveis de proteína  e de algumas vitaminas no seu organismo, quem come carne deve consumí-la com moderação, uma vez que o consumo excessivo desse tipo de alimento também pode estar associado a problemas de saúde.

Para quem busca um estilo de vida mais saudável e perda de peso, é importante procurar por profissionais ou programas que possam auxiliar nesse processo.

A Moodar oferece programas de perda de peso que respeitam suas opções alimentares, através de planos de acompanhamento personalizados.

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Entenda a influência da mídia na sua alimentação

Nossos hábitos alimentares mudaram drasticamente nos últimos anos. A quantidade de crianças e adultos obesos e com sobrepeso cresceu, enquanto o número de mortes relacionadas ao estilo de vida também não para de crescer. Para se ter uma ideia, dados do Ministério da Saúde apontam que os índices de obesidade cresceram quase 60% no Brasil em um período de apenas 10 anos, entre 2006 e 2016.

Esses números estão diretamente relacionados a essa mudança de hábitos alimentares. A preferência por alimentos industrializados ultraprocessados em detrimento de opções mais naturais e saudáveis é a principal causa de uma verdadeira epidemia global de obesidade e sobrepeso. A mudança no estilo de vida e a necessidade de realizar refeições cada vez mais rápidas colaboram para esse cenário.

Uma pesquisa realizada nos EUA mostra que, em busca de mais conveniência, os consumidores americanos estão dispostos a gastar mais do que a metade do seu orçamento com refeições que requerem pouco ou nenhum preparo. São pessoas que comem fora com frequência, trazem refeições prontas para casa ou realizam pedidos em domicílio. E essa é uma tendência muito estimulada pela mídia, que promove esse tipo de comportamento por meio de comerciais, programas de TV, filmes e outros formatos.

Qual a relação da mídia e a sua alimentação?

A mídia é a principal fonte de informação – e também desinformação – quando o assunto é alimentação. Por meio de anúncios publicitários, ela muitas vezes promove alimentos nem um pouco saudáveis – ricos em açúcar, gordura e sal -, tratando-os como boas opções para o consumidor.

Somos frequentemente bombardeados por mensagens sobre comida em todas as plataformas: TV, rádio, internet, jornais e revistas. As empresas responsáveis pela produção desses alimentos investem nesse tipo de mensagem, pois sabem que é uma maneira eficiente de influenciar nas escolhas dos espectadores.

Atualmente, pode-se considerar a televisão como uma das principais responsáveis por grande parte dos maus hábitos alimentares, sendo sua principal influência em crianças e adolescentes. As horas gastas na frente da TV têm grande impacto nas escolhas alimentares desses jovens, uma vez considerada a grande quantidade de propagandas relacionadas à comida veiculadas todos os dias.

Porém, essa questão vai muito além do conteúdo exibidos nos canais de TV. Hoje em dia, gastamos cada vez mais tempo conectados à internet móvel, seja por meio de tablets ou celulares, tendo acesso a todo tipo e qualidade de conteúdo.
Desse modo, também devemos levar em consideração a influência e a exposição a informações pouco confiáveis e fake news sobre alimentação que circulam em grande quantidade e velocidade nas mídias sociais, como Facebook, Instagram, Youtube e, principalmente, WhatsApp, o que acaba impactando nas escolhas e hábitos alimentares de jovens e adultos.

Fique atento também a outros problemas causados pela influência da mídia

Estudos conduzidos nos Estados Unidos, em 2011, sugerem que o tempo gasto em frente à televisão e outros tipos de telas – como tablets, computadores e smartphones – está relacionado ao aumento das taxas de obesidade entre crianças e adolescentes daquele país. Nesse contexto, vale lembrar que hábitos alimentares e comportamentos sedentários adquiridos durante a infância e adolescência costumam persistir durante a vida adulta.

Ainda de acordo com essa pesquisa, o tempo ocioso, somado à inatividade física, está diretamente relacionado com a obesidade e o sobrepeso, e que o hábito de assistir televisão também colabora para um menor consumo de frutas e vegetais.

Por fim, vale destacar que a mídia também pode ter influências positivas nas nossas escolhas alimentares, informando melhor o público e promovendo os benefícios de um estilo de vida saudável e da importância de uma alimentação equilibrada. No entanto,é sempre recomendável consultar um profissional de saúde sobre as informações que recebe através da mídia.

A Moodar, através de informações e conteúdos seguros, dá suporte a melhores escolhas alimentares. Oferecemos programas mudança de hábitos personalizados para o estilo de vida de cada pessoa.

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Consequências psicológicas da obesidade

A obesidade é uma condição que vem aumentando no Brasil gradativamente. De acordo com um levantamento feito pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura e divulgado em 2017, 54,1% da população adulta no Brasil apresenta sobrepeso, enquanto os índices de obesidade chegam a 20%, o que coloca o país entre as cinco nações com mais pessoas obesas no planeta.

Isso dispara alertas e aumenta a importância de entendermos esse fenômeno e as consequências que traz para a sociedade.

Para começar, é importante compreender que a obesidade é muito mais do que consequência  do “comer exagerado” que leva ao excesso de peso. Trata-se de uma condição de origem multifatorial, que envolve fatores genéticos, metabólicos, dietéticos, sociais, psicológicos, neuroendócrinos e familiares.

A obesidade é um fenômeno de causas e consequências muito complexas. Por isso, além do impacto físico que traz às pessoas que sofrem com essa condição, é de extrema importância focarmos nas causas e nas consequências psicológicas da obesidade.

Vale destacar que o problema não se resume ao número mostrado na balança, mas sim a toda uma série de comportamentos e sentimentos que afetam essas pessoas.

Existe uma série de fatores psicológicos que podem levar a situações de “comer exagerado”. Comer em excesso é uma forma de lidar com medos e frustrações e até mesmo de buscar afeto e gratificação. A pessoa acaba por recorrer à comida para não entrar em contato com angústias e aflições. Além disso, não podemos nos esquecer das imposições da sociedade, em que a procura pelo chamado “corpo ideal” pode trazer impactos psicológicos profundos. O peso, nos nossos dias, se torna mais uma fonte de sofrimento e frustração.

É costumeiro usar a alimentação como uma fonte imediata de conforto emocional. Essa alimentação, induzida pelo estresse ou por pressões sociais, acaba levando a um aumento de peso. O sobrepeso pode alimentar o sentimento de culpa e vergonha, motivando ainda mais a busca por conforto emocional na comida, a evitação de convívio social e a inatividade física. Gera-se, dessa forma, um ciclo de “comer emocional” ligado ao aumento de peso.

Quais são as consequências psicológicas da obesidade?

Vivemos em uma sociedade em que a magreza tornou-se sinônimo de beleza e saúde e em que pessoas obesas são menosprezadas e marginalizadas. Num contexto em que a cultura deixa claro que a aparência de uma pessoa não é adequada, é fácil sentir-se mal consigo mesmo e sentir total depreciação pelo próprio corpo.

Dessa maneira, as consequências psicológicas do excesso de peso incluem baixo auto-estima, ansiedade, sentimento de frustração e impotência, podendo chegar a transtornos mais graves, como depressão e transtornos alimentares, como bulimia e anorexia.

Outro ponto que precisamos destacar são os efeitos psicológicos negativos das dietas restritivas. Infelizmente cada dia mais aparecem novos programas de emagrecimento que buscam a perda de peso por meio da restrição calórica extrema ou da eliminação total de determinados grupos alimentares.

O problema é que essa falta de equilíbrio na alimentação gera um grande estresse para o corpo e para o cérebro, desregulando as partes responsáveis pelo controle da fome e da saciedade. Assim, além de facilitar o reganho de peso para um patamar até maior que o peso inicial, as dietas restritivas aumentam a propensão aos transtornos alimentares.

Como podemos perceber, o acompanhamento um indivíduo obeso envolve muito mais que perseguir um número “ideal” na balança. É preciso uma abordagem multidisciplinar, em que a psicologia tem um papel extremamente importante.

De fato, a abordagem ideal seria prevenir essas consequências psicológicas, por meio da detecção precoce dos sintomas. Estratégias que foquem apenas em dietas restritivas e no emagrecimento rápido são, na verdade, fatores de risco para as consequências psicológicas da obesidade e do sobrepeso.

É essencial destacar que, principalmente para pessoas em sofrimento psicológico intenso, priorizar a perda de peso não é a melhor opção. O momento é de buscar ajuda profissional e realizar o acompanhamento e o tratamento dessas condições antes mesmo de se iniciar um programa de perda de peso. Os pensamentos e as emoções são a chave para construção de um comportamento alimentar saudável.

A Moodar oferece programas personalizados para o acompanhamento comportamental de pessoas obesas e com sobrepeso. O acompanhamento individual diário dá o suporte necessário para o processo de mudança de hábitos e perda de peso a longo prazo.

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Pense: quantas vezes encontramos pessoas diferentes, que possuem a mesma idade, mas uma delas aparenta ser bem mais velha do que a outra? É uma situação bastante comum, não é mesmo?

Isso acontece porque existem inúmeros fatores que influenciam no envelhecimento das nossas células e, consequentemente, na nossa aparência: genética, hábitos alimentares, estilo de vida (álcool e fumo) e, acima de tudo, a prática de atividades físicas.

Pesquisas recentes comprovam que a falta de exercícios físicos acelera o envelhecimento biológico do nosso organismo, além de aumentar os riscos de diversos problemas para a saúde, como doenças cardíacas, obesidade e diabetes.

Sedentarismo e envelhecimento: qual a relação?

À medida que envelhecemos, o mesmo acontece com as nossas células. Fatores de estilo de vida, como consumo de álcool e fumo, estresse e inatividade física influenciam diretamente na velocidade com que isso acontece.

Baseado nisso, um estudo da Universidade Califórnia-San Diego, publicado em 2017, examinou diversas mulheres para entender os efeitos do sedentarismo no envelhecimento biológico do corpo humano.

Para isso, os pesquisadores analisaram as participantes a níveis microscópicos, buscando compreender os impactos da falta de atividades físicas no envelhecimento celular. E o resultado não poderia ser mais contundente.

As mulheres que se exercitavam por menos de 40 minutos e mantinham-se inativas por mais de 10 horas por dia apresentaram células biologicamente mais velhas do que aquelas que eram menos sedentárias e se exercitavam mais.

Para ter uma ideia do impacto do sedentarismo na velocidade com que nossas células envelhecem, a baixa quantidade de exercícios físicos resultou em uma diferença de, aproximadamente, 8 anos na idade biológica entre as mulheres que se exercitavam e as que não o faziam.

O estudo ainda demonstrou que 30 minutos de atividades físicas por dia – o mínimo recomendado pela OMS – já apresentam impactos positivos no organismo, mesmo nas mulheres que passavam mais tempo inativas.

Sedentarismo: o mal do século

Pode parecer uma afirmação forte, mas é a realidade: o sedentarismo é o mal do século XXI.

Um relatório produzido em 2016 pela Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostra que, a cada ano, 300 mil brasileiros morrem por conta de doenças relacionadas à falta de atividades físicas, como hipertensão e diabetes. No mundo, o número de vítimas do sedentarismo passa de 5 milhões por ano.

Ainda de acordo com o levantamento, apenas 30% da população mundial é fisicamente ativa. Já a quantidade de pessoas que se exercitam ao menos 30 minutos por dia não passa de 5%.

Complementando essas estatísticas, dados do Ministério do Esporte apontam que 55% dos brasileiros realizam alguma atividade física ou esportiva, sendo que os homens são mais ativos do que as mulheres.

Esses dados apontam que o Brasil encontra-se na mesma média de inatividade de outros países do mundo. O problema, porém, é que a população fisicamente ativa está decaindo, ao mesmo tempo em que os níveis de obesidade no país vêm crescendo.

E isso tem impactos negativos na população. Pesquisas realizadas no Brasil provam que estudantes sedentários apresentam mais dificuldades de aprendizado, enquanto adultos inativos têm menos autoconfiança e são menos produtivos no trabalho.

Todos esses estudos mostram que as discussões sobre os benefícios dos exercícios físicos devem começar ainda cedo e que a atividade física deve continuar sendo parte de nossas vidas à medida que envelhecemos, até mesmo na terceira idade.

Por fim, é importante reconhecer os hábitos que podem ser melhorados no dia a dia para viver uma vida mais ativa e evitar os problemas provenientes do sedentarismo. Para isso, é possível recorrer a profissionais e programas para que possam auxiliar você.

A Moodar oferece programas personalizados para pessoas que buscam mudar seus hábitos, oferecendo acompanhamento  e suporte contínuo.

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Qual a importância da alimentação saudável na educação infantil?

Incentivar crianças a comerem legumes, frutas e verduras todos os dias pode ser um desafio e tanto. Muitos pais passam pela situação de terem filhos que rejeitam algum alimento, recusando-se a comê-lo ou mesmo provar. Essa é uma cena muito comum no dia a dia de muitas famílias. Uma boa parcela dos pais não sabe o que fazer para que seus filhos acostumem-se com hábitos alimentares mais saudáveis.
 
Estudos mostram que uma alimentação balanceada e nutritiva desde os primeiros anos de vida impacta diretamente no desenvolvimento da criança, inclusive em relação ao seu aprendizado e desempenho escolar.
 
Além disso, especialmente em relação à prevenção da obesidade, existem diversas ações que podem ser conduzidas já nos primeiros anos de vida, incluindo também cuidados relacionados a fatores de riscos para transtornos alimentares (bulimia, anorexia, compulsão alimentar). Afinal de contas, essa é a fase em que aprendemos a nos relacionar com a comida e a definir nossos padrões alimentares.
 
Neste contexto, diversas pesquisas apontam para a necessidade de uma prevenção conjunta (obesidade + transtornos alimentares). Quer dizer, o foco não deve ser apenas nos benefícios ou malefícios de determinados alimentos ou somente o aumento de peso, por exemplo. O objetivo é a construção de todo um padrão alimentar saudável que seja apreendido desde a infância.

Alimentação saudável na educação infantil e os impactos na vida adulta

Pais que conseguem fazer com que seus filhos adotem uma alimentação saudável desde cedo têm uma influência positiva e essencial em toda sua vida. Pesquisas mostram que comportamentos e hábitos alimentares adquiridos enquanto ainda somos crianças têm impacto direto sobre as preferências e padrões alimentares que teremos na fase adulta.
 
Para se ter uma ideia, a probabilidade de crianças se tornarem obesas é duas vezes maior quando os seus pais apresentam sobrepeso. Ou seja, os hábitos e o estilo de vida dos pais influenciam diretamente no comportamento alimentar de seus filhos.
 
Porém, vale destacar que isso não quer dizer que crianças com sobrepeso se tornarão, necessariamente, adultos obesos, mas significa que os padrões de peso durante a infância são um forte indicador para possíveis problemas de saúde na vida adulta.
 
Nesse contexto, é importante que os pais repensem, principalmente, a maneira como estimulam o relacionamento dos seus filhos com a comida.
 
É na infância que aprendemos a comer. Quando adultos, nós temos a plena capacidade de determinar se estamos satisfeitos ou com fome ao interpretar os sinais físicos emitidos pelo nosso corpo. Essa capacidade de regulação é percebida e dominada já nos primeiros anos de vida.
 
Porém, muitos pais e mães acabando forçando seus filhos além dos sinais de saciedade, pressionando-os ou ameaçando-os para terminarem o prato ou comerem “só mais uma colherada”. Isso faz com que as crianças aprendam a comer demais e a seguir influências externas, em vez de respeitar seu próprio organismo e seus próprios limites.
 
Sendo assim, é importante incentivá-las a ouvir esses sinais, ensinando-as a comer somente quando realmente estiverem com fome e jamais pelo sentimento de compensação, obrigação ou consolação.
 
Além disso, é de extrema importância estimulá-las a fazer atividades físicas, seja brincando com os amigos ou praticando algum esporte na escola. Crianças fisicamente ativas correm menor risco de se tornarem obesas, além de desenvolverem melhores habilidades sociais, serem mais autoconfiantes e fortalecerem sua autoestima.

Os hábitos dos pais se tornam os hábitos dos filhos

De uma maneira geral, crianças tendem a copiar e repetir os hábitos e o estilo de vida dos seus pais. E nem sempre isso é bom. Filhos de pessoas sedentárias  e com hábitos alimentares ruins têm grandes chances de seguirem o mesmo caminho dos pais.
 
Cabe aos responsáveis iniciarem as mudanças por si próprios, reconhecendo hábitos que podem ser melhorados e os benefícios de uma alimentação saudável na vida dos seus filhos. Isso passa pela adoção de novos comportamentos na sua rotina.
 
A Moodar oferece programas personalizados para perda de peso e melhorias no estilo de vida de cada pessoa. O acompanhamento diário com objetivos semanais aumenta a chance de melhores resultados e sua manutenção.
 
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É muito comum nos desafiarmos com resoluções que têm o objetivo de mudar algum aspecto das nossas vidas, como aquelas metas que costumamos estipular no Ano Novo, por exemplo. Dentre as resoluções mais comuns a que as pessoas se propõem, perder peso quase sempre aparece como como um dos principais desejos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela empresa Nestlé mostra que mais de 60% das mulheres brasileiras querem emagrecer. O problema está em outro dado levantado pelo estudo: apesar da preocupação com os quilinhos a mais, praticamente metades das entrevistadas não faz qualquer esforço para mudar. Enquanto menos de 30% praticam atividades físicas, somente 12,6% tentam manter uma alimentação saudável e equilibrada.

E qual será a razão para isso? Um outra pesquisa, realizada pela Associação de Psicologia dos EUA, demonstra que cerca de um quarto dos entrevistados apontam a falta de força de vontade e determinação como o principal obstáculo para atingirem seus objetivos. Para termos uma melhor noção do que isso representa, um terceiro estudo, feito pela empresa FranklinCovey, mostra que pelo menos um terço das pessoas que estabelecem metas no final do ano, desistem antes do fim de janeiro.

Mas o que exatamente é a força de vontade? De acordo com certos psicólogos, ela pode ser definida de diferentes maneiras, tais como:

  • A capacidade de resistir a tentações imediatas com o objetivo de atingir metas a longo prazo;
  • A habilidade de resistir a impulsos ou pensamentos indesejados;
  • A capacidade de agir com calma em vez de ter reações impulsivas;
  • Controle consciente e persistente de si mesmo.

Independente da descrição que possa parecer mais adequada, o ponto é que a força de vontade não é uma característica fixa das pessoas. Como afirma a psicóloga Kelly McGonigal, no livro Os Desafios À Força de Vontade, esse não é um aspecto inalterável do ser humano, mas trata-se de uma reação complexa entre corpo e mente e, como tal, está sujeita a fatores externos que estão além do nosso controle, como estresse ou cansaço, por exemplo.

Por que você não deve se basear na força de vontade e determinação para emagrecer

Quando falamos em emagrecer, essas influências externas são capazes de afetar a nossa determinação para perder peso e influem diretamente nas nossas escolhas alimentares.

Sendo assim, para alcançarmos nossos objetivos, não podemos nos tornar dependentes da nossa força de vontade, mas sim dos nossos hábitos. A ideia é criar uma rotina saudável, que possa ser seguida dia após dia, independente da ocasião ou do lugar em que estivermos. É o processo de mudar nossos comportamentos até que se tornem hábitos, de sermos estratégicos na maneira como fazemos nossas escolhas.

Confira agora 7 dicas para diminuir o peso da força de vontade na equação e criar novos hábitos

1) Pensamento futuro

O objetivo é se planejar com antecedência e se preparar para evitar quaisquer obstáculos que possam surgir e atrapalhar o cumprimento das suas metas.

Por exemplo: se você acha que vai precisar ficar até tarde no trabalho, leve lanches saudáveis feitos em casa e evite ter que fugir do seu planejamento comendo besteiras no escritório ou indo a lugares que nem sempre oferecem a melhor opção para você.  

2) Planejamento semanal

É um aprofundamento da etapa anterior. A ideia é planejar as refeições dos próximos dias com antecedência. Isso é fundamental para a fixação dos novos hábitos e para ajudá-lo a não fugir da meta estabelecida.

Para isso, tire o final de semana para ir ao supermercado e comprar tudo o que você vai precisar para as refeições da semana. Por exemplo: se você leva seu almoço para o trabalho todos os dias, tenha certeza de comprar todos os insumos necessários para isso. Se preferir, faça uma mesma preparação para toda a semana, separando as porções de cada dia em pequenos potes.

3) Aprenda a cozinhar e dê prioridade à sua alimentação

Bom, para cumprir as etapas anteriores saber cozinhar é um passo fundamental. Preparar suas próprias refeições é a melhor maneira de manter-se fiel ao seu planejamento e saber exatamente o que você está comendo. Tenha em mente que comer de forma saudável deve ser  uma das suas principais prioridades.

Por exemplo: se você acordou mais tarde que de costume e tem que se decidir entre ir para a academia logo cedo ou usar esses minutinhos antes do trabalho para preparar um café da manhã saudável em casa, não hesite em escolher a primeira opção. Exercícios físicos são fundamentais para quem deseja emagrecer, claro, mas manter seus hábitos alimentares, dependendo da situação, pode ser ainda mais importante.

4) Não sucumba a tentações

Às vezes, pode ser muito difícil quantificar suas conquistas e perceber uma recompensa concreta pelos seus esforços, o que pode deixar algumas pessoas um pouco desanimadas. O importante é evitar o sentimento de “ou tudo ou nada” e não deixar que uma recaída te faça ter vontade de desistir ou te leve a perder a crença em si mesmo.

5) Acredite na força do hábito

Como comentamos, é importante evitarmos depender da força de vontade e da determinação para emagrecer. Para alcançarmos nossos objetivos, é preciso identificarmos escolhas mais saudáveis que sirvam de suporte para as nossas ações e repetí-las à exaustão, de modo que não precisemos envolver a força de vontade na nossa rotina.

Essa etapa envolve o treinamento de comportamentos alimentares mais saudáveis, refeição após refeição. Lembre-se: fazer refeições saudáveis são o suporte para te ajudar a melhorar e a seguir em frente.

6) Não deixe o desgaste do dia a dia influenciar nas suas decisões

Baseado no tópico anterior, é importante estabelecer uma rotina de comportamentos saudáveis, o que vai te ajudar durante o processo e, com o passar dos anos, vai transformar completamente os seus hábitos.

Para explicar melhor, vamos exemplificar: você tinha planos de chegar em casa depois do trabalho e ir direto para academia. Porém, ao chegar, você repara que não tem nada para comer e terá que preparar o jantar. Não deixe que o cansaço do trabalho ou a chateação de não poder ir na academia influenciem nas suas decisões.

7) Não culpe a falta de tempo

Preste atenção e evite inventar desculpas para não viver de forma saudável. A sua saúde deve ser sua maior prioridade. Por isso, não use a falta de tempo ou qualquer outro motivo como desculpa para adiar a sua mudança de hábitos.

Para se ter uma ideia de como isso é comum, a pesquisa realizada pela Nestlé mostra que 61% das mulheres entrevistadas afirmaram não praticar atividades físicas. E o motivo mais comum apontado por elas foi justamente a falta de tempo.

Você precisa se organizar e separar alguns momentos do dia para cuidar de si mesmo, por mais conturbada que seja a sua rotina. E isso não é difícil. Pequenas concessões no dia a dia podem fazer toda a diferença.

Sendo assim, acorde alguns minutos mais cedo para preparar um café da manhã mais saudável, em vez de comer produtos prontos ou parar para comprar algo a caminho do trabalho. Aproveite a hora do almoço para dar um pequena caminhada ou troque o elevador pelas escadas. Lembre-se: o comprometimento com seus novos hábitos vai exigir alguns sacrifícios.

Vale destacar que, para alcançar esses objetivos, é extremamente válido contar com o acompanhamento de um profissional capacitado. Alguém que conheça o seu histórico, que te ajude a estabelecer uma rotina que te ajude a fazer ajustes na sua rotina, que melhor se adapte às suas necessidades e que seja capaz que te auxiliar e te estimular a manter-se dentro dessa nova rotina e fiel aos seus novos hábitos.

E você, tem tentado emagrecer? Como está sendo a sua experiência? Compartilhe conosco a sua história. Deixe-nos um comentário!

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Sedentarismo e obesidade: como entender e prevenir seus efeitos?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, sedentarismo e obesidade estão entre os principais problemas de saúde enfrentados pela população mundial atualmente. No Brasil, isso não é diferente.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Esporte, o sedentarismo atinge cerca de 46% da população brasileira. E o pior: mais de 85% dos entrevistados admitiram conhecer os riscos relacionados a um estilo de vida sedentário, e mesmo assim não se exercitam.

O estudo ainda demonstra que o número de pessoas sedentárias cresce conforme aumenta a faixa etária, indo de cerca de 32% da população jovem entre 15 e 19 anos e chegando a mais de 54% entre os brasileiros com idade entre 65 e 74 anos.

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Já dados da Pesquisa Nacional de Saúde, do IBGE, revelam que quase 60% da população brasileira está em situação de sobrepeso ou obesidade. Também preocupam as estatísticas relacionadas à obesidade infantil: 15% das crianças entre 5 e 9 anos sofrem com essa condição.

O levantamento ainda aponta que a combinação de sobrepeso, sedentarismo e alimentação de baixa qualidade são responsáveis por mais de 70% das causas de morte no país, uma vez que esses hábitos aumentam o risco e a incidência de problemas de saúde como doenças cardiovasculares, diabetes, depressão, infertilidade, hipertensão, entre outras.

Qual a causa e as consequências do sedentarismo?

Essa epidemia mundial que vivemos no século XXI é resultado de uma combinação de fatores, dentre os quais se destacam as mudanças nos hábitos alimentares e comportamentais da população, como o aumento do consumo de produtos industrializados, que contêm índices nocivos de substâncias como gordura, açúcar e sódio, e a redução do consumo de alimentos frescos e naturais.

Além disso, o estilo de vida contemporâneo colabora para o aumento do sedentarismo. Estudos recentes mostram que, mesmo quando praticados com frequência, exercícios físicos podem ter seus efeitos comprometidos por conta de comportamentos sedentários típicos da vida que levamos hoje, como muitas de horas sentadas ou paradas e o fato de caminharmos cada vez menos.

Tudo isso traz uma série de outras complicações ao organismo, como acúmulo de gordura localizada, estresse, problemas circulatórios, dificuldades de raciocínio e maior risco de cirrose.

Obesidade e sobrepeso: como isso afeta sua vida

Além de impactos psicológicos importantes, a obesidade está relacionada a uma série de doenças graves, sendo responsável pela maior parte dos casos de hipertensão, colesterol alto, artroses, doenças cardíacas e diabetes. Além disso, pessoas com sobrepeso estão mais propensas a sofrer com outras complicações, como AVCs, infartos e até mesmo alguns tipos de câncer.

Quando falamos em obesidade, vale um toque importante: muitas pessoas gostam de acompanhar o seu IMC (Índice de Massa Corporal) para saber se estão dentro do peso e dos níveis de gordura ideias. Porém, vale destacar que esse é apenas um parâmetro genérico e que foi criado baseado em uma média da população em geral, não considerando as particularidades de cada um. Pessoas com hábitos completamente opostos em relação a comportamentos de saúde podem apresentar índices de massa corporal semelhantes, por exemplo. Atenção!

Como combater o excesso de peso?

O combate ao sobrepeso e à obesidade deve começar com mudanças no estilo de vida, com introdução de exercícios físicos e reeducação alimentar. Claro, cada caso terá suas próprias especificidades, dependendo do nível de obesidade e sedentarismo, faixa etária e, sobretudo, motivação de cada um para manter essas mudanças.

Desfazer-se de tentações fáceis, contar com o apoio de profissionais e das pessoas ao seu redor e saber automotivar-se para se superar dia após dia em busca do seu objetivo final são passos fundamentais rumo a uma vida mais saudável.

Aliás, mais do que a perda de peso em si, o foco dessas mudanças deve ser o combate ao comportamento sedentário. Um estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, aponta que o sedentarismo mata duas vezes mais que a obesidade.

Para se ter uma ideia, de acordo com o IBGE, devemos praticar ao menos 150 minutos de atividades físicas por semana, enquanto que a pesquisa de Cambridge mostra que com apenas 20 minutos de caminhada por dia pode-se reduzir o risco de morte prematura em até 30%. Quer dizer, mexa-se!

Vale ressaltar que qualquer mudança dos seus hábitos alimentares e a introdução dos exercícios físicos no seu dia a dia devem ser feitas progressivamente e, para isso, é essencial o acompanhamento de profissionais capacitados para isso.

A Moodar oferece programas personalizados para o estilo de vida de cada pessoa, com acompanhamento feito por especialistas em mudanças de hábitos que vão lhe fornecer todo o suporte e motivação que você precisa para chegar lá.

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